Diretor de creche em Timon é preso suspeito de abusar de criança em depósito isolado
Uma denúncia desesperada e imagens de câmeras revelaram o que acontecia nos bastidores de uma unidade de ensino no Maranhão.
Um caso estarrecedor chocou a cidade de Timon (MA) nesta semana. Na última quarta-feira (27/5), o diretor-adjunto de uma creche municipal, um homem de 49 anos, foi preso preventivamente por policiais civis do Maranhão sob a acusação gravíssima de estuprar uma criança de apenas 3 anos. O crime, que ocorreu dentro do ambiente escolar, gerou uma onda de revolta na comunidade local e nas autoridades educacionais.
A investigação teve início após a mãe da vítima procurar as autoridades para formalizar uma denúncia sobre o ocorrido. Com a queixa registrada, a Polícia Civil teve acesso às imagens das câmeras de monitoramento interno da creche, que foram fundamentais para embasar o pedido de prisão. Os registros visuais revelaram uma movimentação suspeita que contradiz a postura esperada de um gestor escolar.
As imagens de segurança mostram o momento em que o diretor-adjunto conduz a criança até um depósito isolado da unidade de ensino. O pretexto utilizado pelo homem, segundo as investigações, seria o de buscar brinquedos no local. No entanto, o vídeo confirma que ambos permaneceram trancados no depósito por vários minutos, o que reforçou as evidências de abuso contra o menor de idade.
Diante da gravidade dos fatos expostos, a Prefeitura Municipal de Timon, por meio da Secretaria Municipal de Educação, agiu rapidamente. Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (28/05/2026), o órgão confirmou a exoneração imediata do servidor que já se encontra sob custódia do sistema prisional maranhense. A gestão municipal reiterou que não tolerará qualquer tipo de conduta que atente contra a integridade de crianças.
Além da demissão do suspeito, a Secretaria de Educação determinou o afastamento de todo o corpo de direção da creche municipal até que as investigações sejam totalmente concluídas. Uma intervenção imediata foi decretada na unidade escolar para garantir a segurança dos alunos e a transparência no processo apuratório, enquanto a polícia busca identificar se houve a participação de outras pessoas ou a existência de novas vítimas.
A segurança nas escolas é uma prioridade absoluta. O que você pensa sobre a agilidade das autoridades neste caso? Deixe sua opinião nos comentários.