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Jovem fuzila pai estuprador com 14 tiros no Uruguai e vigia cadáver por dois dias

Jovem fuzila pai estuprador com 14 tiros no Uruguai e vigia cadáver por dois dias

Ele não aguentou descobrir o que as irmãs sofriam e decidiu fazer justiça com as próprias mãos. Você teria a mesma coragem ou o mesmo sangue frio?

O acerto de contas sangrento

O Uruguai parou para assistir ao julgamento de Moisés Martínez, de 28 anos, um homem que decidiu se tornar juiz e carrasco do próprio pai. Após descobrir o inferno de abusos que sua mãe e irmãs viveram em silêncio, ele descarregou uma arma contra o patriarca da família.

Foram 14 disparos certeiros que tiraram a vida de Carlos Martínez em Montevidéu. O crime não parou por ali: em um ato perturbador, Moisés ficou trancado em casa, velando o corpo do próprio pai por dois dias inteiros antes de finalmente se entregar à polícia.

O passado de abusos e o doce do horror

A motivação do crime é de revirar o estômago. O pai já havia sido condenado por abusar das filhas no passado, mas cumpriu apenas um ano de prisão. Uma das irmãs, Sara, denunciou o monstro ainda criança através de um bilhete desesperado entregue na escola.

O relato das vítimas é de cortar o coração. Carlos costumava abusar das meninas quando a mãe saía para trabalhar e, logo após as agressões, tentava comprar o perdão das filhas com alfajores. "Hoje eu nem consigo comer o doce", desabafou Sara à reportagem da BBC.

A Justiça foi cega ou correta?

Durante o julgamento transmitido ao vivo pelo YouTube, a defesa tentou alegar que Moisés agiu sob intensa comoção devido ao histórico de violência doméstica prolongada. Milhares de internautas acompanharam o caso, divididos entre o choque e o apoio ao rapaz.

No entanto, a juíza María Noel Odriozola não aceitou o pedido de perdão judicial e condenou Moisés a 12 anos de cadeia. A magistrada entendeu que a família não buscou mecanismos de proteção do Estado nos anos anteriores, gerando uma onda de indignação nacional no Uruguai.

O que você acha dessa sentença de 12 anos para o filho? Conta nos comentários se foi justiça ou injustiça!

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