Fúria no drive-thru: Oficial da ONU dá tapa em atendente por causa de cebola no lanche
Uma funcionária de alto escalão perdeu o controle total por causa de um ingrediente no sanduíche. Será que a violência é justificável por um erro no pedido?
Um caso de violência gratuita chocou o Distrito Federal na última madrugada. Huíla Borges Klanovichs, de 35 anos, que atua como oficial de Recursos Humanos na ONU (UNODC), foi identificada como a mulher que agrediu covardemente uma atendente do McDonald's na Asa Norte.
O motivo do surto
A confusão começou por um detalhe no cardápio: Huíla pediu um hambúrguer sem cebola, alegando ter alergias graves ao vegetal. No entanto, o lanche veio com o ingrediente, o que desencadeou a fúria da servidora internacional contra a trabalhadora que apenas cumpria seu turno.
Humilhação e agressão física
Após exigir a troca do sanduíche, a oficial da ONU não se deu por satisfeita e exigiu um pedido de desculpas formal. Testemunhas afirmam que o tom era de pura humilhação. Diante da recusa da funcionária em se submeter ao vexame, Huíla desferiu dois tapas violentos no rosto da vítima.
Câmeras desmascaram a agressora
A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local por volta de 1h da manhã. Inicialmente, a agressora negou ter encostado na funcionária, mas as imagens das câmeras de segurança não mentem: o vídeo registrou toda a covardia em detalhes, desmentindo a versão da oficial.
Consequências legais
As duas mulheres foram levadas para a 5ª Delegacia de Polícia. A funcionária do fast food registrou queixa por lesão corporal. Huíla prestou esclarecimentos e foi solta em seguida, enquanto a rede McDonald’s emitiu nota repudiando veementemente qualquer forma de violência no ambiente de trabalho.
O que você acha dessa atitude? Conta nos comentários!