"Entrou saudável e saiu morta": Tragédia com terapeuta em clínica de elite em SP choca o Brasil
Ela correu a São Silvestre e estava no auge da saúde, mas um procedimento "simples" tirou sua vida. O que realmente aconteceu naquela sala?
Aos 31 anos, a terapeuta Gabriela Martins Santos Moura tinha um sonho vibrante: ser mãe. No entanto, o que deveria ser o primeiro passo para gerar uma nova vida transformou-se em um pesadelo fatal dentro de uma clínica de reprodução humana em Indianópolis, bairro nobre de São Paulo.
O mistério da morte súbita em um procedimento considerado simples
Gabriela era o retrato da saúde. Meses antes da tragédia, a jovem completou os 15 km da Corrida de São Silvestre e mantinha uma rotina rigorosa de bem-estar. Em fevereiro, ela entrou na clínica para uma coleta de óvulos, mas sofreu complicações gravíssimas logo após ser sedada para a intervenção.
Documentos médicos revelam que a paciente apresentou uma queda brusca de oxigênio e um broncoespasmo severo, que impede a passagem de ar para os pulmões. O quadro evoluiu rapidamente para duas paradas cardiorrespiratórias, deixando Gabriela em estado crítico antes mesmo de ser transferida para o Hospital Sírio-Libanês.
Marido médico denuncia possível erro anestésico fatal
O viúvo de Gabriela, o médico-cirurgião Samuel Ricardo Batista Moura, não acredita em fatalidade. Ele suspeita de imperícia e aponta possíveis falhas na condução anestésica realizada pelo médico Néstor Daniel Turner, de 70 anos. "Minha esposa entrou saudável e saiu em estado crítico", desabafa o marido, que busca respostas.
O caso ganha contornos ainda mais dramáticos pois ocorreu apenas dois meses antes de uma juíza também morrer em circunstâncias semelhantes em Mogi das Cruzes. A família, representada pelo advogado Yuri Felix, agora questiona a demora angustiante do IML para liberar o laudo oficial que apontará a causa da morte.
Clínica se defende enquanto família clama por justiça
Em nota, a clínica Genics afirmou que segue todos os protocolos de segurança e que complicações desse tipo são "excepcionalmente incomuns". Enquanto as autoridades investigam, a imagem da terapeuta que dedicou a vida à saúde agora estampa um processo que busca punir os responsáveis por interromper um casamento de oito anos e o sonho da maternidade.
O que você acha dessa história revoltante? Conta nos comentários se você teria coragem de fazer esse procedimento!