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CHOCANTE! Marido agride e ameaça esposa, mas acaba espancado por membros de facção!

Violência doméstica e ameaças no residencial Orgulho do Madeira

Na noite de sábado, 14 de março de 2026, por volta das 23h20, um homem de 51 anos iniciou uma discussão violenta com a esposa no residencial Orgulho do Madeira. O caso ocorreu na rua Eduardo Campos, bairro Jardim Santana, zona leste de Porto Velho.

Durante a briga, o agressor desferiu socos contra a companheira, quebrou o celular dela e utilizou um canivete para intimidá-la. Ele proferiu diversas ameaças de morte contra a mulher, que é secretária e tem 38 anos.

A vítima relatou que as agressões e ameaças vinham se repetindo nos últimos meses. Os episódios seriam motivados por ciúmes excessivos, possessividade e o abuso de álcool e drogas por parte do suspeito.

Intervenção de facção e agressão ao suspeito

Assustada, a mulher saiu da residência para pedir ajuda aos vizinhos. Nesse momento, indivíduos ligados a uma facção criminosa cercaram o homem e o espancaram violentamente.

A ação resultou em um corte na testa e diversas marcas pelo corpo do suspeito, compatíveis com luta corporal. A Polícia Militar foi acionada via CIOP para intervir na situação dentro do condomínio.

Ao chegar, os policiais encontraram o homem embriagado, com forte odor de álcool e comportamento alterado. Duas filhas do casal, uma adolescente de 15 anos e uma criança de 11 anos, presenciaram a cena e ficaram profundamente abaladas.

Prisão em flagrante e enquadramento na Lei Maria da Penha

O homem recebeu voz de prisão em flagrante por lesão corporal e ameaça no contexto de violência doméstica. Os crimes estão enquadrados no Código Penal sob a Lei Maria da Penha.

Antes de ser levado à Central de Polícia, o suspeito foi encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para tratar o ferimento na cabeça. Nenhuma prisão foi efetuada contra os membros da facção envolvidos no espancamento.

O caso gerou grande repercussão pela intervenção inesperada e pelo risco enfrentado pelas crianças no local. O que você acha dessa história? Violência doméstica não pode ser tolerada, mas e a "justiça" feita pela facção? Deixe seu comentário!

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