Um dos militares investigados por deixar a cadeia para jogar futebol e realizar passeios teve o pedido de tratamento em casa aceito pela Justiça.
A Justiça do Amazonas autorizou a ida para a prisão domiciliar de um dos 23 agentes envolvidos no escândalo de fugas em Manaus. O PM estava detido no antigo Núcleo Prisional da Polícia Militar.
A decisão foi proferida pela 1ª Vara do Tribunal do Júri na última quarta-feira (26). O investigado responde por homicídio qualificado e estava sob custódia desde outubro de 2025.
A defesa alegou graves problemas de saúde e a necessidade de medicamentos psiquiátricos controlados. Segundo os advogados, a unidade prisional não possuía condições de oferecer o tratamento adequado ao militar.
O grupo de 23 policiais protagonizou uma polêmica em fevereiro deste ano após uma investigação revelar saídas clandestinas. Os detentos aproveitavam o período fora da grade para lazer e jogos de futebol.
Agora, o agente deverá utilizar tornozeleira eletrônica e cumprir recolhimento noturno. Ele também está proibido de manter qualquer contato com os familiares da suposta vítima do crime de assassinato.
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O caso segue em investigação para apurar as falhas de segurança que permitiam o livre trânsito dos detentos na capital.
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