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VÍDEO: Cabo da polícia leva bronca pesada após programa com trans terminar em delegacia no Guarujá

Um caso que deu o que falar na última sexta-feira (21) agitou a rotina da cidade de Guarujá , no litoral de São Paulo . Um cabo da Políci...

Um caso que deu o que falar na última sexta-feira (21) agitou a rotina da cidade de Guarujá, no litoral de São Paulo. Um cabo da Polícia Militar do 1º Batalhão Rodoviário se envolveu em uma confusão daquelas após um programa sexual com uma profissional do sexo, identificada como Jeniffer, conhecida nas ruas pelo apelido de “Machuca Sem Piedade”.

A situação escalou para um flagrante policial logo após o encontro tomar um rumo inesperado. Segundo a versão contada pela própria Jeniffer, o oficial teria solicitado um serviço diferenciado, pedindo explicitamente que ela “socasse forte e sem piedade” durante o ato, pedido que foi prontamente atendido pela mulher.

O problema começou quando o policial pediu por mais momentos de intimidade, mas, na hora de acertar as contas, teria se recusado a pagar pelo serviço extra. A confusão ficou feia, e o homem, visivelmente alterado, teria tentado partir para a agressão física utilizando uma garrafa contra a profissional, gerando um verdadeiro momento de desespero.

Agindo em legítima defesa, Jeniffer conseguiu se esquivar e acionou imediatamente o suporte das forças de segurança locais. Quando a viatura chegou ao local do ocorrido, o cabo ainda tentou empreender fuga pelas ruas da cidade, mas acabou sendo cercado e detido pelos próprios colegas de farda, apresentando um comportamento bastante agressivo.

Após o alvoroço, ambos foram conduzidos inicialmente para um Pronto Socorro da região para atendimento médico e, posteriormente, encaminhados ao 2º Distrito Policial de Guarujá para prestar esclarecimentos formais. O delegado de plantão ouviu as duas partes envolvidas e, por fim, decidiu liberar os dois, não mantendo a prisão naquele momento.

Como o cabo da PM ainda demonstrava um estado emocional bastante agitado, ele precisou retornar ao hospital para receber medicação adequada antes de seguir para os trâmites administrativos. O comando do Batalhão Rodoviário agora deve conduzir uma investigação interna para apurar a conduta do agente, que pode sofrer uma sindicância disciplinar rigorosa pela corporação.

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