Confira os detalhes sobre a situação atual do agressor e as recentes decisões da Justiça que garantiram seu isolamento em unidade de segurança máxima.
O caso que marcou a história política brasileira em setembro de 2018 continua gerando desdobramentos significativos nos tribunais. Adélio Bispo, responsável pelo atentado contra o então candidato Jair Bolsonaro, permanece sob custódia rigorosa.
Considerado inimputável pela Justiça devido a transtornos mentais, Adélio não cumpre uma pena comum. Ele está sujeito a uma medida de segurança que impõe internação psiquiátrica por tempo indeterminado.
Decisão definitiva do STJ sobre a custódia
Em 2025, a Terceira Seção do STJ definiu que o agressor deve continuar na Penitenciária Federal de Campo Grande. A decisão encerra um longo conflito de competência entre diferentes tribunais.
Houve tentativas anteriores de transferi-lo para Minas Gerais, mas a falta de vagas em hospital psiquiátrico adequado e os riscos à segurança pública mantiveram o isolamento no Mato Grosso do Sul.
Conclusões da Polícia Federal sobre o crime
Após anos de investigação, a Polícia Federal reafirmou que Adélio agiu sozinho no ataque ocorrido em Juiz de Fora. Milhares de mensagens e e-mails foram analisados pela corporação.
Rumores sobre o financiamento de sua defesa por parte do crime organizado, como o PCC, foram descartados por falta de provas. O processo que questionava o sigilo dos advogados também foi arquivado recentemente.
Atualmente com 48 anos, Adélio segue recusando tratamentos específicos e mantém seu discurso original sobre o crime. O prazo de sua internação poderá ser reavaliado pela legislação de Direito Penal somente em 2038, quando completará 60 anos.
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O desfecho jurídico de Adélio Bispo encerra um dos capítulos mais polêmicos da segurança nacional recente.
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