Um detalhe aterrorizante revelado pela perícia médica muda completamente os rumos da investigação sobre o assassinato de Monique Oliveira Fernandes no Espírito Santo.
No dia 30 de junho, a jovem Monique Oliveira Fernandes desapareceu em São José do Calçado, no interior do Espírito Santo. O caso, que já era tratado como um crime brutal, ganhou contornos ainda mais cruéis após a divulgação do novo laudo cadavérico.
Asfixia e Detalhes Cruéis da Perícia
A perícia técnica da Polícia Civil constatou que a vítima morreu por asfixia. Diferente do que o autor do feminicídio confessou inicialmente, os golpes de banco de madeira na cabeça não foram a causa imediata do óbito.
Os especialistas em perícia criminal encontraram partículas de terra nos pulmões e nas vias respiratórias de Monique. Isso prova que ela ainda estava viva e respirando no momento em que foi jogada na cova durante a investigação.
Confissão e Ocultação do Cadáver
O companheiro da vítima, um homem de 34 anos, confessou o crime após ser pressionado pelas autoridades de segurança pública. Ele indicou o local exato onde ocultou o corpo, enterrado sob o piso de um dos quartos da residência do casal.
Para tentar despistar a Polícia, o suspeito reconstruiu o chão do cômodo após cavar um buraco de um metro de profundidade. Agentes afirmaram que, sem a indicação dele, seria necessário o auxílio de um cão farejador para localizar a vítima.
Câmeras de Segurança e Desdobramentos
Imagens de monitoramento registraram Monique pela última vez às 7h da manhã de domingo. Horas depois, o agressor foi filmado levando a filha da vítima para a casa do pai biológico da criança, alegando que a mãe teria ido embora.
O IML confirmou que o estado de decomposição dificultou a precisão do horário exato da morte. O homem segue à disposição do Poder Judiciário enquanto o caso gera forte revolta na região.
Veja mais notícias sobre Polícia
O caso choca a população pela frieza do agressor e a crueldade revelada pelos exames médicos.
Nenhum comentário: