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Menina de 12 anos some em São Gonçalo e deixa bilhete desesperador dizendo que dava trabalho aos pais

O sumiço misterioso de Emilly Santos Aguiar Barbosa mobiliza buscas intensas e revela o drama emocional de uma família no Rio de Janeiro. ...

Menina de 12 anos some em São Gonçalo e deixa bilhete desesperador dizendo que dava trabalho aos pais

O sumiço misterioso de Emilly Santos Aguiar Barbosa mobiliza buscas intensas e revela o drama emocional de uma família no Rio de Janeiro.

O desespero tomou conta de uma família no bairro Engenho do Roçado, em São Gonçalo, desde o desaparecimento da jovem Emilly Santos Aguiar Barbosa, de apenas 12 anos. O caso, que aconteceu na última segunda-feira (10), ganhou contornos dramáticos após a descoberta de uma mensagem deixada pela adolescente antes de sumir sem levar pertences básicos.

De acordo com o relato da mãe, Débora Santos, a menina permaneceu em casa durante o período da manhã e não compareceu à escola. A situação mudou drasticamente por volta das 13h, quando a mãe, enquanto realizava tarefas domésticas, encontrou um bilhete escrito pela filha e percebeu que ela não estava mais no imóvel.

No conteúdo da mensagem, Emilly expressou sentimentos de culpa e tristeza, afirmando que amava seus familiares, mas acreditava estar "dando muito trabalho". A despedida, que terminou com a promessa de saudades e um beijo, deixou os parentes em estado de alerta máximo sobre as condições psicológicas e a integridade física da menor.

Um dos pontos que mais preocupa as autoridades e a família é o fato de a adolescente ter saído de casa completamente desassistida. Ela não levou documentos, celular, roupas extras ou sequer o cartão de passagem, o que dificulta o rastreio de seus movimentos e aumenta o temor de que ela esteja desorientada pelas ruas.

Embora a menina já tenha saído de casa sem avisar em uma ocasião anterior, sendo localizada rapidamente na residência de uma amiga, desta vez o desfecho tem sido diferente. As buscas incessantes por amigos e colegas ainda não trouxeram pistas concretas sobre o paradeiro de Emilly na Região Metropolitana do Rio.

A mãe, Débora Santos, revelou que a filha apresentava sinais visíveis de ansiedade e estava em vias de iniciar um acompanhamento psicológico que ainda não havia começado. O medo agora é que a fragilidade emocional tenha tornado a adolescente alvo fácil para abordagens de estranhos ou que ela esteja perdida.

O registro oficial do desaparecimento foi realizado na 75ª DP (Rio do Ouro), e a Polícia Civil segue acompanhando o caso. Mobilizações nas redes sociais tentam espalhar a foto da menina para que qualquer informação relevante seja repassada imediatamente através do telefone (21) 96679-5660.

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O desaparecimento de Emilly é um alerta sobre a saúde mental na adolescência. Se você viu algo ou tem informações, ajude esta mãe desesperada a reencontrar sua filha compartilhando esta notícia.

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