O desaparecimento que mobilizou dois estados teve um desfecho inesperado após um pedido de socorro dramático e buscas intensas por Veridiane e sua filha.
A jovem Veridiane, de 18 anos, e sua filha Taila, de apenas um ano, finalmente foram encontradas após um período de 18 dias de completo mistério que desesperou familiares no Paraná. A viagem, que começou no dia 21 de julho, tinha como destino o litoral paulista, mas se transformou em um caso de polícia acompanhado de perto pelas autoridades de Cascavel e Praia Grande.
Tudo começou quando a jovem decidiu sair de sua cidade natal, Cascavel, para encontrar um homem que conheceu por meio de um jogo online. O destino era a cidade de Praia Grande, no estado de São Paulo. No entanto, o que deveria ser um encontro casual rapidamente se tornou um pesadelo para a família, que deixou de receber notícias concretas sobre o paradeiro da mãe e da criança após os primeiros dias da viagem.
O sinal de alerta máximo soou dez dias após a partida, quando Veridiane conseguiu fazer uma ligação desesperada para sua irmã. No breve contato, a jovem afirmou que estava sendo agredida e chegou a passar um endereço na região de Vila Caiçara, em Praia Grande, antes de a ligação cair abruptamente. A partir desse momento, as buscas ganharam um tom de urgência absoluta com o envolvimento das polícias e do Conselho Tutelar das duas cidades.
O ex-companheiro de Veridiane e pai da pequena Taila viajou pessoalmente até o litoral paulista para tentar localizar a filha por conta própria. Apesar de ter ido ao endereço informado durante o pedido de socorro, ele não encontrou rastros das duas. O mistério só foi solucionado no último sábado, dia 8 de agosto, quando elas foram localizadas pelo Conselho Tutelar no município de Pedro Toledo, cidade situada a 93 quilômetros de distância de Praia Grande.
Após a localização, a tia da jovem saiu do Paraná às 21:00 do mesmo sábado, chegando ao encontro de Veridiane e da bebê na manhã de domingo, dia 9 de agosto. Em um vídeo gravado após o resgate, a jovem surpreendeu ao negar as agressões relatadas anteriormente, afirmando que passou por cidades como Peruíbe e que o homem com quem estava não feriu ninguém. A guarda da criança foi temporariamente passada para a tia e a família já retornou para Cascavel.
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