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Família de enfermeira esfaqueada em Alagoas afirma que ataque foi planejado por colega

**A vítima perdeu quase quatro litros de sangue após ser atingida por golpes de canivete na porta de casa em União dos Palmares.** A Just...

Família de enfermeira esfaqueada em Alagoas afirma que ataque foi planejado por colega

**A vítima perdeu quase quatro litros de sangue após ser atingida por golpes de canivete na porta de casa em União dos Palmares.**

A Justiça está sendo cobrada pela família da enfermeira Adhara Ferreira dos Santos, de 28 anos. Ela foi atingida por golpes de canivete na porta de sua casa, em União dos Palmares, no interior de Alagoas.

O crime aconteceu na última terça-feira, 18 de junho, e a principal suspeita é uma colega de profissão identificada como Dayane Santos. Segundo relatos do irmão da vítima, ela perdeu quase quatro litros de sangue após ser ferida na região da virilha, do abdômen e no braço.

Circunstâncias e Detalhes da Ocorrência

A violência só foi interrompida quando a mãe da enfermeira interveio para socorrer a filha no momento da agressão. Adhara precisou ser transferida com urgência para o Hospital Geral do Estado, em Maceió, onde permaneceu internada por três dias.

O irmão da vítima, Nathanael Ferreira dos Santos, sustenta que o ataque foi planejado e executado de forma fria. De acordo com ele, o desentendimento entre as duas teria sido motivado por fofocas e publicações em redes sociais, embora mantivessem uma relação cordial anteriormente.

Atuação das Autoridades e Investigação

A suspeita se apresentou espontaneamente à Polícia Civil na quinta-feira, 20 de junho. Acompanhada de um advogado, ela prestou depoimento e foi liberada logo em seguida, alegando que não tinha a intenção de matar a colega durante a discussão ocorrida no local.

Com a apresentação, a Segurança Pública informou que o pedido de prisão preventiva perdeu o objeto legal. A investigação segue em andamento para esclarecer a dinâmica real do ataque e garantir a devida responsabilização criminal conforme a legislação vigente.

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O caso agora segue sob análise da Polícia Civil de Alagoas para definir o futuro da agressora.

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