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Condenada por matar empresária em Santa Catarina anuncia venda de loja antes de ser presa

Magali dos Santos gravou um vídeo falando em “novos projetos” e na venda de sua loja de confecções apenas algumas horas antes de ser conden...

Condenada por matar empresária em Santa Catarina anuncia venda de loja antes de ser presa

Magali dos Santos gravou um vídeo falando em “novos projetos” e na venda de sua loja de confecções apenas algumas horas antes de ser condenada a 16 anos de prisão.

A Magali dos Santos foi condenada a 16 anos e quatro meses de prisão pela morte da empresária Cátia Regina Silva, em um caso que chocou o estado de Santa Catarina. O veredito da Justiça saiu na última quinta-feira (13), após 12 horas de intenso julgamento em Araquari.

Momentos antes de enfrentar o júri, a ré publicou um vídeo nas redes sociais anunciando a venda de sua loja em Guaramirim. Na gravação, ela alegava motivos pessoais e familiares para o fechamento do ciclo, citando a busca por novos projetos, antes de ser levada diretamente para a prisão.

Circunstâncias e Detalhes da Ocorrência

O crime aconteceu em 24 de julho de 2019, quando a vítima retornava de uma viagem de compras em São Paulo. Segundo a investigação da Polícia Civil, a vítima foi abordada por criminosos que se passaram por agentes de trânsito para realizar o sequestro.

Cátia Regina foi algemada e encapuzada antes de ser morta a tiros. O seu corpo foi localizado em um rio e o carro utilizado no homicídio foi encontrado incendiado em uma estrada de terra na região de São Francisco do Sul.

Atuação das Autoridades e Investigação

Os jurados aceitaram as qualificadoras de motivo fútil e dissimulação, apontando que a violência foi motivada por disputa comercial entre lojistas. Além de Magali, seu marido Fabrício Woche e Odelir Medeiros foram indiciados pelo crime bárbaro.

O marido da condenada morreu em 2022 durante um confronto, enquanto Odelir recebeu pena de 15 anos, mas poderá recorrer em liberdade. A defesa de Magali tentou anular o julgamento durante a sessão, mas o pedido foi negado prontamente pelo magistrado responsável pela segurança pública jurídica do caso.

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A condenação encerra um capítulo de sete anos de espera por justiça para a família da empresária Cátia Regina Silva.

Vídeo:

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