Uma noite que deveria ser comum terminou em tragédia no último dia 13, em João Pessoa (PB). Um elevador despencou do terceiro andar de um condomínio de luxo no bairro do Altiplano.
Diagnóstico e sobrevivência milagrosa
Dentro da cabine, uma mulher de 36 anos sofreu uma lesão irreversível na coluna vertebral. O diagnóstico foi confirmado no dia seguinte pelo diretor do Hospital de Trauma: ela ficará paraplégica para o resto da vida.
Duas crianças que estavam com ela no momento da queda – um menino de 5 anos e uma menina de apenas 3 anos – tiveram uma sorte divina. Sofreram apenas escoriações leves, receberam alta e agora estão sob cuidados de vizinhos.
Uma tragédia anunciada
Mas o que mais chocou os moradores foi a revelação de que o acidente era esperado. O condomínio já havia acionado a Justiça contra a construtora GGP (Setai) por falhas estruturais nos elevadores.
Um laudo técnico determinou a substituição integral dos equipamentos. No entanto, a queda brutal aconteceu antes que qualquer medida fosse implementada. Uma tragédia anunciada que poderia ter sido evitada.
Interdição e revolta
Após o acidente, a Defesa Civil de João Pessoa interditou todos os 11 elevadores do condomínio Altiplano I. Moradores revoltados realizaram um protesto no local, alegando que os problemas são recorrentes.
Enquanto isso, a construtora empurrou a responsabilidade, afirmando em nota que a manutenção dos elevadores é de responsabilidade do condomínio. Já a administração do edifício rebateu, declarando que os problemas existem desde a entrega do empreendimento.
O caso ganhou enorme visibilidade e gerou grande repercussão nas redes sociais, com milhares de internautas indignados com a omissão que levou uma mulher à paraplegia. O que você acha disso? Conta nos comentários!
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