O impacto foi tão violento que as vítimas foram lançadas para fora da pista. Será que a justiça será feita após o motorista se recusar a soprar o bafômetro?
Uma madrugada que deveria ser de tranquilidade terminou em um cenário de horror e destruição na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), no trecho entre Bauru e Jaú. Quatro jovens, cheios de planos e sonhos, tiveram suas vidas interrompidas de forma violenta em um acidente que chocou a cidade de Pederneiras e toda a região.
O Horror na Pista: Vítimas Arremessadas
As vítimas foram identificadas como Lievilton Casanova da Silva, de 21 anos; Dhonata Sabino, de 25 anos; Franciele Regina Pantaleão Rodrigues, de 18 anos; e Natalie de Almeida Fernandes. O impacto do Toyota Corolla contra as duas motocicletas Honda CG foi tão brutal que os jovens foram arremessados para o acostamento, canteiro lateral e até para uma canaleta de água pluvial.
Quando as equipes de resgate chegaram ao quilômetro 220, por volta das 3h20 da manhã deste domingo, não havia mais nada a ser feito. O cenário era desolador, e as mortes foram constatadas imediatamente no local. Os corpos foram encaminhados ao IML de Bauru para exames antes de serem liberados para o velório em Pederneiras.
A Fuga Covarde e a Indignação
O que mais gera revolta nesta tragédia é a atitude do condutor do Corolla. Após atingir as motos pela traseira, o motorista de 37 anos abandonou o veículo no local e fugiu com a ajuda de terceiros, sem prestar qualquer tipo de socorro aos jovens que agonizavam ou já estavam mortos na rodovia.
Somente horas depois, o homem se apresentou no plantão policial acompanhado de um advogado. Em um ato que levanta ainda mais suspeitas e indignação, ele se recusou terminantemente a realizar o teste do bafômetro. O veículo foi apreendido e a Polícia Civil agora investiga as reais causas desse massacre no asfalto.
O velório dos quatro jovens está previsto para ocorrer na funerária Terra Brasil, em Pederneiras, onde amigos e familiares buscam forças para lidar com uma perda tão precoce e violenta. A perícia técnica já trabalhou no local para coletar provas que possam incriminar o responsável por essa noite de terror.
O que você acha da atitude do motorista que fugiu e se recusou a fazer o bafômetro? Conta pra gente nos comentários!
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