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Pastor é preso em Fortaleza após abusar de fiéis prometendo retirar "bola de sangue" do útero

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 11/05/2026
Pastor é preso em Fortaleza após abusar de fiéis prometendo retirar

Ele usava o medo da morte e passagens bíblicas para convencer mulheres a passarem por rituais macabros. Como alguém pode usar a fé para tamanha atrocidade?

O bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza, está em estado de choque após a prisão preventiva de Alan Pereira Vicente, de 37 anos. O líder religioso é acusado de crimes sexuais bárbaros cometidos contra mulheres que frequentavam sua congregação e confiavam em sua palavra.

A mentira da "bola de sangue" e o ritual macabro

Aproveitando-se da fragilidade das vítimas, o pastor inventava diagnósticos terríveis de câncer e doenças espirituais. Ele afirmava que as fiéis tinham "agulhas e alfinetes" dentro do corpo ou uma "bola de sangue" no útero que precisava ser removida com as mãos.

Uma das vítimas relatou que o suspeito chegou a levá-la a um motel para realizar um suposto ritual de cura. No local, lençóis ficaram sujos de sangue após o abuso, e o pastor foi cobrado pela instituição para pagar pelos danos causados nos panos.

Para garantir que as mulheres aceitassem a violência, Alan usava o terror psicológico. Ele dizia que outra fiel havia morrido por ter recusado o "procedimento" e citava trechos da Bíblia para validar sua conduta criminosa e invasiva.

Ameaças com facção carioca e coação

A crueldade não parava nos abusos. Quando percebeu que as mulheres estavam denunciando os casos à polícia, o pastor passou a ameaçá-las de morte. Ele afirmava ter influência sobre uma facção criminosa de origem carioca que atua na região.

O suspeito dizia abertamente que, se as queixas não fossem retiradas, ele acionaria o grupo criminoso para punir as vítimas. O medo tomou conta das mulheres, que precisaram solicitar medidas protetivas urgentes para garantir sua segurança física.

A Polícia Civil do Ceará segue investigando o caso com apoio da própria igreja onde o homem atuava. Agora, os agentes buscam identificar se outros membros da instituição participaram da coação das vítimas ou ajudaram a encobrir os crimes.

O que você acha desse tipo de crime cometido em nome da fé? Conta nos comentários!

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