Voltar

Misteriosa passageira de ônibus alerta estudante: ‘Não vá para Setealém’ e veículo some

Silêncio mortal, olhares vazios e um aviso que gelou a espinha. Você teria coragem de continuar nesse ônibus? O estranho encontro de 1994 E...

Misteriosa passageira de ônibus alerta estudante: ‘Não vá para Setealém’ e veículo some

Silêncio mortal, olhares vazios e um aviso que gelou a espinha. Você teria coragem de continuar nesse ônibus?

O estranho encontro de 1994

Era quase 23h de 1994, em São Paulo. O estudante Luciano Milici entrou no primeiro ônibus que apareceu, sentou perto da janela e abriu um livro para ignorar o cansaço.

Até que uma mulher ao seu lado quebrou o silêncio com uma pergunta estranha: “Você não vai pra Setealém, vai?”

O silêncio absoluto e o aviso

Luciano achou que tinha ouvido errado. Mas a mulher repetiu, séria demais: “É melhor você descer antes que seja tarde”.

Foi quando ele percebeu algo assustador: o ônibus estava completamente silencioso. Sem conversas, sem barulho de moedas, nem mesmo o rádio do motorista.

Passageiros sem expressão

Ao olhar ao redor, várias pessoas o encaravam ao mesmo tempo, sem expressão, como se esperassem uma decisão. Um homem no fundo murmurou: “Desce”.

Outro concordou com a cabeça. Até o cobrador levantou e bateu na divisória do motorista.

O desembarque em uma rua desconhecida

O ônibus parou fora do ponto, no meio de uma rua vazia. Luciano sentiu um frio estranho subir pelas costas e desceu.

Assim que seus pés tocaram a calçada, as portas fecharam imediatamente. O coletivo arrancou e virou numa rua estreita que ele nunca tinha visto antes.

O desaparecimento na neblina

As luzes do ônibus pareciam mais fracas, esbranquiçadas. Pelos segundos seguintes, Luciano jurou que os passageiros continuavam olhando diretamente para ele pela janela traseira.

Então o veículo desapareceu na neblina da rua, sem som, sem deixar rastro.

A busca pela verdade sobre Setealém

Nos dias seguintes, ele tentou descobrir o que era “Setealém”. Procurou em mapas antigos, perguntou para motoristas e pesquisou nomes de bairros esquecidos.

Nada existia. Mas anos depois, quando contou a história na internet, outras pessoas apareceram com relatos parecidos.

Um lugar escondido entre caminhos comuns

Sempre um ônibus. Sempre uma sensação errada. E sempre alguém avisando para descer antes da última parada.

Como se existisse um lugar escondido entre caminhos comuns. Um lugar onde certas pessoas entram por engano. E talvez nem todas consigam voltar.

O caso ganhou enorme visibilidade e deixou milhares de internautas intrigados. O que você acha disso? Conta nos comentários!

Comentários