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Historiador russo escondia 29 cadáveres de crianças transformados em bonecas bizarras dentro de casa

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 17/05/2026
Historiador russo escondia 29 cadáveres de crianças transformados em bonecas bizarras dentro de casa

O que parecia uma coleção de brinquedos escondia um segredo macabro que chocou o mundo. Você teria coragem de entrar nesse quarto?

Em 2011, a polícia de Nizhny Novgorod, na Rússia, entrou em um apartamento e encontrou o que parecia um cenário de filme de terror. O local estava repleto de figuras que lembravam bonecas gigantes, mas a textura e os detalhes revelavam algo muito pior.

O Segredo Macabro no Apartamento

Os investigadores ficaram paralisados ao descobrir que as 29 figuras espalhadas pelos cômodos não eram de plástico. Na verdade, eram restos mortais humanos de crianças e jovens, desenterrados de cemitérios e "mumificados" de forma artesanal por um homem que todos consideravam um gênio culto.

O dono da residência era Anatoly Moskvin, um historiador e linguista renomado que falava diversos idiomas. Ele usava seu vasto conhecimento sobre tradições funerárias para violar túmulos e roubar corpos sem ser notado por anos a fio, agindo sob o manto de um pesquisador respeitado.

O Mestre das Bonecas Humanas

As vítimas, a maioria meninas, eram levadas para o apartamento onde Moskvin vivia com os próprios pais. Ele as vestia com roupas coloridas, aplicava maquiagem pesada, usava perucas e até colocava enchimentos para manter a aparência de corpos reais, tratando-as como membros da família.

O detalhe mais chocante é que os pais do historiador acreditavam que as figuras eram apenas uma coleção exótica de decoração. Eles conviviam diariamente com os cadáveres caracterizados sem suspeitar que o filho dormia cercado pela morte e celebrava aniversários para as vítimas.

Loucura ou Maldade Pura?

Durante os interrogatórios, Moskvin afirmou que tentava dar "vida nova" às meninas e que acreditava em rituais para revivê-las. Ele desenvolveu um apego emocional doentio, mantendo hábitos rotineiros ligados às datas de nascimento e morte das crianças que ele mesmo desenterrou.

Diagnosticado com transtornos mentais graves, o "colecionador de corpos" foi considerado inimputável pela justiça russa. Em vez de uma prisão comum, ele foi enviado para tratamento compulsório em uma instituição psiquiátrica de segurança máxima, onde permanece sob custódia.

O caso ainda causa revolta e dor profunda nas famílias das vítimas, que lutam para que os restos mortais tenham finalmente um sepultamento digno. Esta história permanece como um dos episódios mais sombrios e perturbadores da criminologia mundial moderna.

O que você acha dessa história arrepiante? Conta nos comentários!

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