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CNJ barra desembargadora que chamou Moraes de Xanderleia e humilhou colegas juízes no Espírito Santo

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 15/05/2026
CNJ barra desembargadora que chamou Moraes de Xanderleia e humilhou colegas juízes no Espírito Santo

Ela chamou os próprios colegas de 'gentalha' e não poupou nem o ministro do STF em ataques furiosos no WhatsApp. Você acredita no que essa juíza escreveu?

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tomou uma decisão drástica e barrou o sonho de poder da desembargadora Marise Medeiros Cavalcanti Chamberlain. A magistrada, que ocupa a vice-presidência do TRT-17, foi proibida de se candidatar à presidência ou qualquer cargo de chefia da Corte após uma série de ataques explosivos que chocaram o Judiciário.

Ofensas pesadas e apelidos chulos no WhatsApp

Tudo começou em um grupo de WhatsApp chamado Anamatra-17, onde o clima esquentou de forma sem precedentes. Marise não mediu palavras e partiu para o ataque direto contra seus próprios colegas magistrados, chamando-os abertamente de “esquerdistas de merda” e “gentalha”. A fúria da juíza não poupou ninguém que ousasse discordar de suas opiniões políticas extremas.

O alvo mais notório da desembargadora foi o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Em suas mensagens interceptadas, ela se referiu ao ministro como “Xanderleia”, um apelido usado em tom de deboche que agora custou muito caro para sua carreira jurídica de alto escalão. Ela chegou a desafiar os colegas dizendo: “Querem escrotizar? Bora”.

Barreira definitiva para o comando do Tribunal

Com a medida cautelar deferida pelo relator Rodrigo Bardaró, Marise está impedida de ser votada, nomeada ou designada para funções de gestão no Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região. O CNJ entendeu que a medida é necessária para assegurar a confiança pública na magistratura enquanto o processo disciplinar apura sua conduta agressiva.

A magistrada também teria chamado outro colega de “criatura abjeta” e prometido inundar o grupo com vídeos de figuras políticas polêmicas. Para os magistrados que denunciaram o caso, o comportamento de Marise é totalmente incompatível com a dignidade da função que ela exerce, utilizando linguagem intimidatória e desrespeitosa no ambiente institucional.

A defesa da desembargadora alega que os fatos são antigos e que suas opiniões pessoais não interferem em suas decisões judiciais. No entanto, o CNJ decidiu manter o rigor para evitar que o cargo de comando fosse usado para afrontar ou constranger servidores e colegas. Agora, ela permanece apenas como vice-presidente, sem chances de subir ao topo da Corte.

O que você acha dessa punição para a desembargadora? Conta nos comentários!

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