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Agricultor morre envenenado pela própria esposa em hospital e mulher dispara: 'Se morresse, estava bom'

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 11/05/2026
Agricultor morre envenenado pela própria esposa em hospital e mulher dispara: 'Se morresse, estava bom'

Ela entrou na UTI com três tipos de veneno na bolsa para dar o golpe final no marido. Você acredita na justificativa dela?

O agricultor paraibano Manoel Bento, de 61 anos, buscava a cura para uma pneumonia no Hospital Santa Marta, em Brasília. No entanto, o perigo real não estava na doença, mas sim na mulher que deveria cuidar dele. Sua companheira, Jozielly Viana Pereira da Silva, aproveitou uma visita para cometer um crime bárbaro e planejado.

Ataque covarde dentro do quarto de hospital

No dia 21 de abril, Jozielly entrou na unidade de saúde carregando o veneno letal conhecido como chumbinho. Imagens de segurança flagraram a mulher passando calmamente pela recepção com uma mochila onde escondia três tipos de substâncias fatais. Sem piedade, ela administrou o veneno enquanto o marido estava fragilizado e sob cuidados médicos.

Confissão gelada e ódio declarado pela acusada

Ao ser interrogada, a frieza de Jozielly espantou até os policiais mais experientes. Ela admitiu o crime e declarou abertamente: 'Se ele tivesse morrido, estava bom'. A mulher alegou que agiu por raiva, afirmando que Manoel era um homem rude que prometia incendiar sua casa e matar sua família constantemente.

Luta pela vida e desfecho trágico na UTI

A equipe médica percebeu sinais estranhos no estado de Manoel, que eram totalmente incompatíveis com seu tratamento para pneumonia. O protocolo de segurança foi acionado e a polícia chamada imediatamente após a descoberta do envenenamento. Após lutar por quase 20 dias internado, o agricultor não resistiu aos danos internos e faleceu.

Justiça nega liberdade para a suspeita

Jozielly segue atrás das grades desde o dia 22 de abril. A Justiça do Distrito Federal negou o pedido de prisão domiciliar, mantendo a detida devido à extrema gravidade e crueldade do ato cometido. O caso do agricultor que foi morto onde deveria estar seguro continua gerando revolta e profunda indignação popular.

O que você acha dessa vingança cruel praticada dentro de um hospital? Conta nos comentários!

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