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Motorista arrasta entregador por 100 metros após briga no Rio e sai livre da delegacia

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em abril 29, 2026
Motorista arrasta entregador por 100 metros após briga no Rio e sai livre da delegacia
© TRIBUNA DO NORDESTE
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Motorista arrasta entregador por 100 metros após briga no Rio e sai livre da delegacia

Ele teve a vida interrompida de forma brutal após uma discussão banal. Será que a justiça será feita ou este é mais um caso de impunidade?

Tragédia e Covardia em Campo Grande

A tarde em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi marcada por uma cena de horror absoluto que chocou moradores e pedestres. O jovem entregador Paulo Vinícius Farias dos Santos, de apenas 22 anos, perdeu a vida de forma brutal após um desentendimento banal no trânsito.

Testemunhas oculares relatam que o que começou como uma briga de trânsito rapidamente se transformou em uma perseguição mortal na Estrada do Campinho. As imagens de câmeras de segurança registram o momento exato em que uma picape branca atinge violentamente a moto do rapaz.

Arrastado para a Morte no Asfalto

O que aconteceu em seguida é de embrulhar o estômago: sem esboçar qualquer piedade, o motorista arrastou o corpo de Paulo Vinícius por cerca de 100 metros sobre o asfalto quente. O rastro de destruição só parou quando o atropelador perdeu o controle da direção e colidiu contra uma árvore.

A família do jovem está em estado de choque e clama por justiça imediata diante da brutalidade do ato. Eles não aceitam que a morte seja tratada como um simples acidente e exigem que o caso seja tipificado como homicídio doloso, quando há intenção real de tirar a vida.

O Sentimento de Impunidade

Enquanto a Polícia Civil investiga as circunstâncias da tragédia, um detalhe causa ainda mais indignação: o motorista prestou depoimento e foi liberado logo em seguida. Ele segue em liberdade, enquanto uma mãe chora a perda de um filho trabalhador que teve seus sonhos interrompidos.

A comunidade local e colegas de profissão de Paulo Vinícius estão revoltados com a situação. O sentimento de impunidade paira sobre a Zona Oeste, levantando questionamentos urgentes sobre a segurança de quem trabalha diariamente sobre duas rodas nas ruas perigosas do Rio de Janeiro.

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