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Justiça mantém exoneração de delegado que vazou em vídeo íntimo com garota de programa; ele tentou reverter decisão

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em abril 13, 2026
Justiça mantém exoneração de delegado que vazou em vídeo íntimo com garota de programa; ele tentou reverter decisão
© TRIBUNA DO NORDESTE
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Justiça mantém exoneração de delegado que vazou em vídeo íntimo com garota de programa; ele tentou reverter decisão

A **Justiça de Mato Grosso** negou recurso do ex-delegado da Polícia Civil **Eric Márcio Fantin**, que tentava suspender quatro sindicâncias administrativas que contribuíram para sua exoneração.

Ele perdeu o cargo em março de 2025, após uma série de polêmicas, incluindo o **vazamento de vídeos íntimos** que viralizaram nacionalmente. O caso ganhou notoriedade durante o período eleitoral de 2024, quando Fantin era candidato a prefeito de Brasnorte pelo PL.

Um dos vídeos mostrava o delegado fazendo sexo com uma garota de programa. Em outro, ele aparecia trocando mensagens picantes com uma mulher.

Escândalos e candidatura

Ele chegou a negar a veracidade das gravações, mas depois admitiu que os vídeos eram verdadeiros. A vice dele na chapa, **Tereza Seibt (PP)**, desistiu da candidatura após o ocorrido.

Fantin disputou o pleito, mas não conseguiu se eleger, perdendo a eleição de forma acachapante. Outra polêmica envolvendo o delegado foi um **suposto atentado a tiros** contra sua casa em Juara, em julho de 2024.

Ele alegou que a ação era uma intimidação para desistir da pré-candidatura. No entanto, o **Ministério Público Estadual** arquivou a investigação por falta de provas.

Processo administrativo e exoneração

Em outubro de 2024, a Corregedoria da Polícia Civil abriu procedimento contra ele por descumprimento de normas e por não proceder na vida pública de modo a dignificar a função de policial.

Como estava em **estágio probatório**, sem estabilidade, o governador **Mauro Mendes (União)** o exonerou em 14 de março de 2025.

Ao recorrer, Fantin tentou suspender as sindicâncias, mas o juiz **Paulo Márcio Soares de Carvalho** entendeu que não há mais utilidade, pois o ato de exoneração já foi consumado.

O que você acha: um delegado da polícia que protagoniza vídeos íntimos com garotas de programa merece voltar ao cargo? Conta nos comentários!


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