Jornalista americana Shelly Kittleson é sequestrada à força em rua de Bagdá no Iraque e vídeo registra o momento exato
Um vídeo chocante mostra a repórter sendo obrigada a entrar em um carro por criminosos em plena rua de Bagdá na terça-feira (31). A jornalista continua desaparecida, um suspeito foi preso após acidente com um dos veículos, e autoridades investigam possível ligação com milícia.
Você consegue imaginar o risco que jornalistas enfrentam em zonas de conflito?
O momento do sequestro em Bagdá
Na terça-feira, 31 de março de 2026, a jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada em uma rua movimentada de Bagdá, capital do Iraque. As imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que criminosos a obrigam a entrar em um carro, enquanto fogem rapidamente do local.
A repórter, que já colaborou com veículos como BBC e Politico, estava no país com visto regular e hospedada em um hotel. Segundo autoridades iraquianas, ela havia recebido alertas sobre ameaças nos dias anteriores ao incidente.
Perseguição e prisão de suspeito
Dois veículos participaram da ação, e um deles se envolveu em um acidente durante uma perseguição policial perto de Al-Haswa. Um homem que conduzia esse carro foi detido, mas os demais criminosos conseguiram escapar levando a jornalista em um segundo veículo.
Até o momento, Shelly Kittleson segue desaparecida e há indícios de que ela possa estar sendo mantida em cativeiro em Bagdá. O caso é investigado pelas forças de segurança iraquianas com apoio de autoridades americanas e inteligência local.
Investigações e repercussão
Investigações preliminares apontam possível ligação com o grupo Kataib Hezbollah, embora a autoria ainda não tenha sido confirmada oficialmente. O sequestro gerou grande repercussão internacional e preocupação com a segurança de profissionais da imprensa na região.
Muitos internautas se mostraram surpresos e indignados com a ousadia dos criminosos em plena via pública. O caso ganhou visibilidade, promovendo debates sobre os riscos enfrentados por jornalistas estrangeiros no Iraque.
A família da repórter acompanha de perto as buscas e cobra respostas rápidas sobre o paradeiro dela. As autoridades seguem trabalhando para localizar a vítima e esclarecer todos os detalhes do sequestro. O que você acha disso? Conta nos comentários!