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Estudo revela o que acontece no corpo masculino quando homem não ejacula com frequência

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 01/04/2026

Uma dúvida comum entre muitos homens tem resposta científica: o que muda no organismo quando há longos períodos sem ejaculação? Um amplo estudo internacional, que analisou 171 pesquisas, trouxe respostas importantes sobre o tema.

O fenômeno da senescência espermática

Os pesquisadores identificaram que o esperma passa por um processo chamado senescência espermática, que nada mais é do que um envelhecimento natural das células reprodutivas. Esse fenômeno ocorre principalmente quando os espermatozoides ficam mais tempo armazenados no sistema reprodutor masculino.

Impactos do estresse oxidativo e fertilidade

Períodos prolongados sem ejaculação podem levar ao aumento do estresse oxidativo, condição em que há maior presença de radicais livres capazes de danificar as células. Esse processo está ligado a possíveis alterações no DNA dos espermatozoides.

Isso impacta diretamente dois fatores essenciais para a fertilidade: a motilidade (capacidade de movimento) e a viabilidade (quantidade de células vivas e funcionais). Apesar desses efeitos, os pesquisadores destacam que as alterações observadas foram consideradas leves.

Capacidade de reparo e qualidade celular

A qualidade do esperma pode ser afetada com o tempo, mas não necessariamente compromete a fertilidade em todos os casos. A forma dos espermatozoides e a capacidade de fertilização não apresentaram mudanças significativas em humanos.

Os especialistas explicam que os espermatozoides têm baixa capacidade de reparo celular, diferentemente de outras células do corpo. Isso os torna mais vulneráveis a danos causados pelo próprio metabolismo e pelo ambiente interno do organismo.

Intervalo estratégico em tratamentos

O tempo de abstinência pode influenciar objetivos diferentes. Períodos mais longos tendem a aumentar a quantidade de espermatozoides, enquanto intervalos menores favorecem uma melhor qualidade celular.

Por isso, em tratamentos de fertilidade, o controle desse intervalo é considerado estratégico. Especialistas reforçam que não há uma regra única sobre a frequência ideal, já que fatores como idade e estilo de vida também influenciam o sistema reprodutivo.

A notícia gerou grande repercussão nas redes sociais, com muitos internautas se mostrando surpresos com os achados da pesquisa. O que você achou dessas informações? Conta nos comentários!

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