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Caça ao Rapper Oruam: Polícia faz cerco contra família de Marcinho VP por crimes do Comando Vermelho

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em abril 29, 2026
Caça ao Rapper Oruam: Polícia faz cerco contra família de Marcinho VP por crimes do Comando Vermelho
© TRIBUNA DO NORDESTE
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Caça ao Rapper Oruam: Polícia faz cerco contra família de Marcinho VP por crimes do Comando Vermelho

A polícia descobriu um esquema milionário que envolve a família do traficante mais famoso do Rio de Janeiro. Será que Oruam vai se entregar ou continuará foragido?

O mundo da música e o crime organizado se chocaram em uma ação cinematográfica nesta quarta-feira. O rapper Oruam, fenômeno das redes sociais, tornou-se alvo prioritário da Polícia Civil do Rio de Janeiro na Operação Contenção, que busca desarticular o braço financeiro do Comando Vermelho.

Família de Marcinho VP na Mira da Justiça

Não é apenas o cantor que está na mira da lei; a ordem de prisão também se estende à sua mãe, Márcia Nepomuceno, e ao seu irmão, Lucas. Todos são considerados foragidos e estão sendo caçados pelos agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) em uma tentativa de asfixiar as finanças da facção.

As investigações, que duraram cerca de um ano, revelaram uma estrutura complexa de lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, recursos vindos diretamente do tráfico eram pulverizados em contas de terceiros e usados para comprar bens de luxo, tentando esconder a origem suja do capital.

Operação de Guerra com Centenas de Mortos

A gravidade da situação é refletida nos números impressionantes da operação. Até agora, mais de 300 pessoas foram capturadas e 136 suspeitos acabaram mortos em confrontos. O arsenal apreendido assusta: 190 fuzis e mais de 51 mil munições foram retirados das mãos dos criminosos.

A polícia afirma que o esquema funcionava como uma engrenagem financeira sofisticada para ocultar o patrimônio do Comando Vermelho. O líder da facção e pai do rapper, Marcinho VP, também recebeu um novo mandado de prisão, mesmo já estando atrás das grades desde 1996.

Enquanto o operador financeiro do grupo, Carlos Alexandre, já está preso, o paradeiro de Oruam e seus familiares permanece um mistério. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes continua as buscas para colocar um fim no sistema de recebimento e reinserção de valores ilícitos no mercado formal.

O que você acha dessa perseguição contra a família do Oruam? Conta aqui nos comentários!


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