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Polícia pede prisão de tenente-coronel acusado de matar esposa PM com tiro na cabeça em apartamento no Brás

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em março 17, 2026
Polícia pede prisão de tenente-coronel acusado de matar esposa PM com tiro na cabeça em apartamento no Brás
© TRIBUNA DO NORDESTE
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Laudos revelaram lesões no corpo da vítima e levantaram suspeita de imobilização antes do disparo. Você acredita que foi crime ou suicídio?

A Polícia Civil de São Paulo solicitou nesta terça-feira (17) a prisão preventiva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. Ele é investigado pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos. O caso ocorreu em fevereiro, dentro do apartamento do casal, localizado no bairro do Brás, na capital paulista.

Novos laudos mudam o rumo das investigações

Inicialmente tratado como suicídio, o episódio passou a ser investigado como morte suspeita após questionamentos da família da vítima. Novos laudos periciais elaborados pela Polícia Técnico-Científica reforçaram a hipótese de homicídio.

O corpo de Gisele foi exumado e submetido a novos exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo necroscópico identificou lesões no rosto e no pescoço, compatíveis com agressões anteriores ao disparo.

Evidências de agressão e dinâmica do crime

Os peritos apontaram que a vítima pode ter sido imobilizada ou até desmaiado antes de ser baleada, já que não foram encontrados sinais de defesa. As marcas foram descritas como contundentes, incluindo arranhões provocados por unhas e pressão no pescoço.

Além disso, manchas de sangue foram encontradas em diferentes cômodos do apartamento, levantando dúvidas sobre a dinâmica do crime. Outros exames descartaram que Gisele estivesse grávida ou sob efeito de álcool ou drogas no momento da morte.

Andamento judicial e repercussão

A perícia segue analisando vestígios coletados no local para esclarecer os detalhes da ocorrência. O pedido de prisão conta com o aval do Ministério Público de São Paulo, e a Justiça deve se manifestar nos próximos dias.

A defesa do tenente-coronel ainda não se pronunciou sobre o caso. A repercussão foi imediata nas redes sociais, onde internautas expressaram indignação e exigiram justiça para a policial militar.

O episódio reacendeu debates sobre violência doméstica e a vulnerabilidade de mulheres, mesmo dentro das forças de segurança. O que você acha disso? Conta nos comentários!


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