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PM muda versão e admite relação sexual com esposa horas antes de matá-la em feminicídio em SP

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em março 20, 2026
PM muda versão e admite relação sexual com esposa horas antes de matá-la em feminicídio em SP
© TRIBUNA DO NORDESTE
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O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, mudou sua versão sobre o que aconteceu na noite do crime. Agora, ele admite que manteve relações sexuais com a vítima horas antes da morte dela.

As contradições do caso

O crime aconteceu no dia 18 de fevereiro, no apartamento do casal na região central de São Paulo. Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça, e o caso é investigado como feminicídio.

Inicialmente, o oficial alegou que a esposa teria tirado a própria vida com a arma dele enquanto ele estava no banho, após uma conversa sobre separação. Mas os exames periciais encontraram espermatozoides no corpo da vítima, o que contradizia completamente essa versão.

A nova versão do oficial

Diante das evidências, o tenente-coronel foi chamado para um novo interrogatório após ser preso. Nessa segunda versão, ele afirmou que o casal se emocionou ao relembrar o relacionamento, o que teria levado ao encontro íntimo.

A mudança no depoimento é vista pela polícia como uma possível estratégia da defesa para tentar explicar as provas que surgiram contra ele. Mas os laudos periciais e a análise da cena do crime apontam para uma dinâmica totalmente diferente do que ele conta.

Dinâmica do crime e processo judicial

Segundo as investigações, Gisele foi surpreendida por trás, imobilizada e baleada. As conclusões reforçam que há fortes inconsistências na versão apresentada pelo suspeito, que tentava empurrar a culpa para a própria vítima.

A Justiça já aceitou a denúncia e o tenente-coronel se tornou réu por feminicídio e fraude processual. O caso será julgado pelo Tribunal do Júri, e a filha do casal, de apenas 7 anos, deverá prestar depoimento especial.

O caso ganhou enorme repercussão e causou revolta nas redes sociais. Muitos internautas se mostraram indignados com a mudança de versão do PM e pedem justiça para Gisele. A defesa ainda vai se manifestar formalmente dentro do prazo legal. O que você acha dessa mudança de versão? Conta nos comentários!


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