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Mulher de 29 anos denuncia tortura em Ponta Porã após ser agredida por namorado e patrões que marcaram símbolo nazista em seu braço

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 18/03/2026

A violência extrema deixou a vítima com graves ferimentos e abalou toda a comunidade. Você acredita que a justiça será suficiente neste caso?

Detalhes do crime em Ponta Porã

Uma jovem de 29 anos procurou a polícia em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, após relatar ter sido vítima de tortura na madrugada de sábado (14). O episódio envolveu seu namorado e um casal para quem ela prestava serviços de limpeza e jardinagem.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos são um médico de 38 anos, sua esposa de 25 anos, que trabalha como confeiteira, e o namorado da vítima, de 22 anos. Os três foram autuados por tortura e lesão corporal dolosa e permanecem presos após decisão judicial.

A dinâmica das agressões

De acordo com o depoimento, a mulher foi atraída até a residência do casal após desentendimentos sobre pagamento antecipado de serviços. No local, ela foi rendida, amarrada e agredida com objetos como taco de sinuca e cabo de vassoura, além de socos e chutes.

A vítima sofreu diversos hematomas e precisou de atendimento hospitalar. Médicos informaram que ela deverá passar por cirurgia na cabeça devido à gravidade dos ferimentos.

Símbolo nazista e crueldade

Um dos relatos mais chocantes foi o de que os agressores marcaram um símbolo nazista em seu braço utilizando uma faca aquecida. A mulher terá de se submeter a tratamento dermatológico para tentar remover a marca.

Após cerca de uma hora e meia de violência, ela foi liberada sob ameaça de não denunciar o caso. Mesmo assim, buscou atendimento médico e acionou a Polícia Militar, que prendeu os suspeitos em seguida.

Desdobramentos judiciais e repercussão

Durante audiência de custódia, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul converteu as prisões em flagrante para preventivas, mantendo os três detidos. A investigação segue sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.

Nas redes sociais, o caso gerou grande indignação e revolta. Muitos internautas exigem punição exemplar e destacam a gravidade da violência sofrida pela vítima.

O que você acha disso? Conta nos comentários!

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