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“Mata Rindo”, chefe do Bonde do Maluco, preso em São Paulo, segue comandando facção e vira alvo número 1 da polícia

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em março 18, 2026
“Mata Rindo”, chefe do Bonde do Maluco, preso em São Paulo, segue comandando facção e vira alvo número 1 da polícia
© TRIBUNA DO NORDESTE
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A facção Bonde do Maluco (BDM) voltou a ser alvo das forças policiais nesta quarta-feira (18), em uma grande ofensiva chamada Operação Epílogo. O grupo atua em Feira de Santana (BA) e também em São Paulo, com envolvimento em tráfico de drogas, armas, assassinatos em série e lavagem de dinheiro.

O Líder “Mata Rindo” e sua Prisão em São Paulo

O principal nome da operação é Wanderson Santos Machado, conhecido pelos apelidos “Mata Rindo” e “UA”. Ele foi capturado em junho de 2025, quando vivia em um condomínio de luxo em São Paulo, mas continua preso na capital paulista.

Mesmo atrás das grades, Wanderson é apontado como responsável por dar ordens para que a rotina da facção siga ativa. A polícia afirma que ele mantém contato com comparsas e influencia diretamente os crimes cometidos pelo grupo.

Histórico Criminal e Condenações

“Mata Rindo” já havia sido condenado a 16 anos de prisão por homicídio qualificado em 2014, quando um adolescente de 16 anos foi torturado e executado com vários tiros. O vídeo do crime chegou a viralizar nas redes sociais, aumentando a fama do criminoso.

Resultados da Operação Epílogo

Na operação desta semana, sete integrantes do BDM foram presos na Bahia e em São Paulo. Em Feira de Santana, quatro foram capturados e dois ficaram feridos após confronto com policiais, sendo levados ao Hospital Cleriston Andrade.

As forças policiais apreenderam armas, carregadores, munições e drogas durante a ação. A ofensiva contou com a participação da FICCO Bahia, além das polícias Civil, Militar e Federal.

Repercussão e Sistema Penitenciário

O caso repercutiu fortemente nas redes sociais, com internautas demonstrando indignação pelo fato de Wanderson ainda conseguir comandar a facção mesmo dentro da prisão. Muitos questionam a eficácia do sistema penitenciário brasileiro diante da força das organizações criminosas.

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