Lulinha abre empresa em Madri após investigação do INSS e levanta suspeitas de evasão bilionária do Brasil
O filho do presidente Lula virou alvo da CPMI e agora aposta em negócios na Espanha. Você acredita que essa mudança é apenas coincidência?
Abertura da empresa Synapta em Madri
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, abriu uma empresa na Espanha logo após se tornar alvo das investigações sobre fraudes bilionárias no INSS.
A companhia, batizada de Synapta, foi registrada em Madri em fevereiro de 2026. A empresa declara atividades genéricas na área de tecnologia e intermediação comercial.
Investigações e quebra de sigilo
O caso ganhou repercussão porque Lulinha teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados pelo Supremo Tribunal Federal e pela CPMI do INSS. Esta medida foi suspensa temporariamente pelo ministro Flávio Dino.
A Polícia Federal apontou risco de evasão, já que o empresário deixou o Brasil sem previsão de retorno. O caso gerou um alerta nas autoridades brasileiras.
Suspeitas de "empresa de gaveta"
Segundo documentos, a Synapta possui capital mínimo de 3 mil euros (cerca de R$ 18 mil) e está localizada no distrito de Chamartín, região nobre de Madri. Entretanto, funcionários do local disseram desconhecer a empresa.
Essa situação reforça a suspeita de que se trata de uma “empresa de gaveta”. A sede fica em um prédio moderno na capital espanhola.
Defesa de Lulinha e movimentações financeiras
A defesa de Lulinha afirma que a companhia cumpre todas as exigências legais e foi criada para projetos futuros. Os advogados destacam que ele trabalha como pessoa física no exterior, embora não tenham detalhado contratos.
Relatórios da Polícia Federal revelaram movimentações financeiras expressivas. Em quatro anos, Lulinha recebeu mais de R$ 9,7 milhões e repassou valores que somam R$ 19,5 milhões.
Próximos passos no STF
A ida para a Espanha já era conhecida por aliados desde 2025, mas a abertura da empresa intensificou os questionamentos. O caso agora será analisado pelo plenário físico do STF.
Nas redes sociais, a notícia gerou forte repercussão entre internautas que debatem a legitimidade da estratégia empresarial. O que você acha disso? Conta nos comentários!