Homem de Alagoas é preso por estuprar menina de 12 anos do DF pelo celular e ameaçar divulgar vídeos
O criminoso usava uma estrutura sofisticada com contas laranjas e múltiplas chaves PIX para se esconder. Como um monstro desses conseguiu enganar a todos por tanto tempo?
Uma operação policial conjunta entre o Distrito Federal e Alagoas prendeu um homem acusado de cometer crimes hediondos contra uma criança de 12 anos. O suspeito coagia a menor a produzir e enviar vídeos de conteúdo pornográfico pelo celular.
A Investigação Última Conexão
A investigação, batizada de “Última Conexão”, começou depois que a adolescente passou a receber ameaças no WhatsApp. O criminoso exigia cenas de masturbação e atos sexuais explícitos e dizia que divulgaria o material se ela não obedecesse.
O que começou com mensagens evoluiu para videochamadas ao vivo, configurando o crime de estupro de vulnerável virtual. O número de telefone era de Alagoas, o que levou os policiais do DF a acionarem a Polícia Civil do estado nordestino.
Esquema sofisticado de ocultação
A polícia descobriu que o homem utilizava uma estrutura organizada para não ser identificado. Ele tinha uma extensa rede de familiares e contatos em Alagoas e usava cadastros “laranjas” para esconder seus rastros.
As transações financeiras seguiam um padrão suspeito, com múltiplas chaves PIX em nome de terceiros criadas e deletadas constantemente. Esta é uma tática comum usada por criminosos para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Apreensão e perícia técnica
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais conseguiram apreender um dos aparelhos celulares utilizados para a prática dos crimes. O dispositivo pertencia à estrutura usada contra a criança do Distrito Federal.
O celular foi encaminhado ao Instituto de Criminalística para perícia aprofundada. Os investigadores esperam extrair dados, localizar material pornográfico e identificar outras possíveis vítimas que podem ter caído na mesma rede criminosa.
Repercussão e próximos passos
O caso causou indignação nas redes sociais e muitos internautas se mostraram chocados com a crueldade do criminoso. O fato de ele ter usado tecnologia para cometer crimes tão graves contra uma criança gerou revolta.
A Polícia Civil do DF e de Alagoas seguem investigando para descobrir se há mais envolvidos no esquema. A ação mostra como a cooperação entre estados é fundamental para prender criminosos que agem à distância.
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