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Empresário de 48 anos mata ex de 22 a tiros e tira a própria vida no Recife

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em março 24, 2026
Empresário de 48 anos mata ex de 22 a tiros e tira a própria vida no Recife
© TRIBUNA DO NORDESTE
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Uma tragédia brutal abalou a zona sul do Recife neste domingo (22). O empresário Silvio Souza Silva, de 48 anos, assassinou a tiros a ex-companheira Isabel Cristina Oliveira dos Santos, de apenas 22 anos, dentro de um apartamento. Em seguida, ele tirou a própria vida.

Uma vida interrompida precocemente

A jovem era estudante do quarto período de medicina na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e tinha um futuro promissor pela frente. Ela e o agressor foram pais de um filho de apenas 3 anos.

Histórico de conflitos e início do relacionamento

A história do relacionamento já carregava um histórico preocupante. O casal ficou junto por cerca de oito anos, ou seja, quando Isabel tinha apenas 14 anos, Silvio, já com 40, iniciou o namoro. Familiares relataram que a convivência era marcada por constantes conflitos.

Falha na proteção e o crime

A polícia informou que a jovem possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro. No entanto, apesar da ordem judicial, Silvio continuava frequentando o imóvel onde ela morava. No dia do crime, testemunhas afirmaram que houve uma discussão entre os dois.

Após o desentendimento inicial, o empresário deixou o local, mas retornou pouco tempo depois. Foi nesse momento que ele atirou contra Isabel e, em seguida, voltou a arma contra si mesmo. A Polícia Civil registrou o caso como feminicídio consumado seguido da morte do autor.

Luto e indignação

A Universidade Católica de Pernambuco emitiu uma nota de pesar. “Este ato de extrema violência ceifou a vida de uma jovem talentosa e promissora, cheia de sonhos e comprometida com sua formação profissional e com o cuidado com o outro”, destacou a instituição.

O caso ganhou enorme repercussão nas redes sociais. Muitos internautas se mostraram revoltados com a diferença de idade no início do relacionamento e com a falha na proteção oferecida pela medida judicial. A tragédia reacendeu o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e o feminicídio no país.

O que você acha dessa história? Deixe sua opinião nos comentários e marque alguém que precisa refletir sobre esse caso!


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