Comentário de Ratinho contra Érika Hilton para comissão da mulher tem aprovação de 81%, diz pesquisa
A fala do apresentador dividiu o país e virou alvo de debates acalorados nas redes. Agora, uma pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros concorda com ele. Você também concorda?
Polêmica envolvendo Ratinho e Érika Hilton
O comentário feito pelo apresentador Ratinho, do SBT, contra a indicação da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados ganhou um novo capítulo que promete esquentar ainda mais a polêmica.
Uma pesquisa da RealTime BigData revelou que 81% dos entrevistados são a favor da fala do apresentador. No programa do dia 11 de março, Ratinho declarou: “Eu não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma trans?”
Dados da pesquisa e opinião pública
O levantamento também mostrou que 84% dos participantes se posicionaram contrários à indicação da deputada para o cargo. Os números acenderam um alerta nos bastidores políticos e dividiram ainda mais a opinião pública.
A pesquisa entrevistou 1.200 pessoas nos dias 17 e 18 de março, em cinco regiões do Brasil. O detalhe que chamou a atenção foi que 53% dos entrevistados são do sexo feminino, ou seja, a maioria das mulheres ouvidas também se posicionou contra a nomeação de Érika Hilton.
Reações políticas e sociais
A deputada, que é uma das figuras mais influentes do PSOL e uma das principais vozes da população trans no Congresso Nacional, vinha sendo cotada para assumir o posto. Sua indicação gerou forte reação de setores conservadores e agora, com os números da pesquisa, o debate ganhou ainda mais força.
Nas redes sociais, o caso ganhou enorme visibilidade. Os apoiadores de Ratinho comemoraram os números, afirmando que o apresentador “falou o que o povo pensa”. Já os defensores de Érika Hilton criticaram a pesquisa e reforçaram que a parlamentar tem legitimidade para ocupar qualquer cargo na Câmara.
Situação atual na Câmara
A deputada ainda não se manifestou oficialmente sobre os números da pesquisa, mas aliados já saíram em defesa, afirmando que a rejeição é fruto de “transfobia estrutural” e que a indicação deve ser mantida. O clima na Câmara dos Deputados segue tenso.
O que você acha dessa polêmica? Érika Hilton deveria presidir a Comissão da Mulher? Conta nos comentários!