CHOCANTE: Delegada suspeita de integrar o PCC tem prisão preventiva decretada!
A Justiça decretou a prisão preventiva da delegada Layla, suspeita de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC). As investigações da Corregedoria da Polícia Civil apontam que ela utilizou o cargo para colaborar com a facção criminosa.
Uso indevido do cargo e irregularidades
Entre as irregularidades, a delegada é acusada de compartilhar dados sigilosos da Academia de Polícia. Ela também teria acessado indevidamente a nuvem de armazenamento de um colega para antecipar diligências e obstruir investigações.
Além disso, Layla teria atuado como advogada em audiências, defendendo membros do Comando Vermelho no Pará. Essa atividade teria ocorrido mesmo após ela tomar posse na polícia paulista.
Exaltação ao crime e lavagem de dinheiro
Layla também é investigada por produzir e divulgar material musical em exaltação ao PCC. Junto com o companheiro, conhecido como “Dedel”, o casal demonstrava capacidade de coordenação logística em São Paulo e no Pará.
Uma padaria na Zona Leste da capital paulista teria sido usada para lavagem de capitais. “Dedel” é investigado ainda por planejar atentados contra autoridades do sistema prisional e magistrados.
Fundamentação da decisão judicial
O juiz Paulo Fernando Deroma De Mello, da 2ª Vara de Crimes Tributários e Organização Criminosa, fundamentou a decisão destacando que a primariedade dos réus não basta para evitar a prisão. Segundo o magistrado, o crime parece ter se tornado o meio de vida do casal.
O magistrado alertou para o risco de destruição de vestígios digitais, intimidação de testemunhas e possibilidade de fuga. O Ministério Público manifestou-se favoravelmente à manutenção da prisão, com indícios robustos de autoria e materialidade.
Transferência para a Penitenciária de Tremembé
Com a decisão, Layla será transferida da carceragem do 6º Distrito Policial, no Cambuci, para a Penitenciária de Tremembé. Já “Dedel” permanece no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros.
A medida visa interromper as atividades ilícitas e impedir interferência no processo judicial. O que você acha dessa história? Conta nos comentários e marca quem precisa saber desse caso!