Acusado de matar professora na Bahia é encontrado morto em presídio de Minas Gerais
O caso do assassinato da professora Lucidalva Prates dos Santos, que abalou a cidade de Guanambi em 2014, teve um desfecho inesperado e sombrio neste fim de semana. Orlando Pereira Prates, acusado pelo crime, foi encontrado morto dentro de sua cela no último sábado (21). O falecimento ocorreu no Conjunto Penal de Frutal, em Minas Gerais, onde ele estava detido há apenas cinco meses.
Orlando passou cerca de 11 anos foragido da justiça antes de ser finalmente capturado em outubro do ano passado. O crime original aconteceu no distrito de Mutãs, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento com a vítima. [FOTO_1] A violência do ato gerou grande revolta e comoção na comunidade local durante toda a última década.
A perícia foi acionada imediatamente após a descoberta do corpo para investigar as circunstâncias da morte dentro da unidade prisional. Até o momento, a Polícia Civil de Minas Gerais não confirmou se o caso trata de suicídio, homicídio ou causas naturais. As autoridades seguem analisando o local e realizando exames para esclarecer os fatos de forma definitiva.
Nas redes sociais, o caso retomou a memória da professora e levantou debates sobre o longo período em que o acusado permaneceu livre. Internautas comentaram sobre o curto período de detenção antes de sua morte precoce no presídio mineiro. A investigação em andamento busca trazer respostas para este encerramento abrupto de um ciclo judicial que durou anos.