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Tragédia em São Paulo: Mulher Morre após Intoxicação Química em Piscina de Academia

Leia a matéria publicada na íntegra pela nossa equipe editorial da Tribuna do Nordeste.

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Por G Pro Brasil Publicado em 08/02/2026

Uma noite de exercícios se transformou em tragédia no bairro Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo. Uma jovem de 27 anos, identificada como Juliana Faustino Bassetto, perdeu a vida após sofrer uma grave intoxicação química durante uma aula de natação. Além dela, outras cinco pessoas, incluindo o marido da vítima, seguem internadas em unidades de saúde da região, algumas apresentando quadro clínico delicado. O incidente ocorreu na última sexta-feira e acendeu um alerta sobre a segurança e a manutenção de recintos aquáticos em estabelecimentos esportivos.

De acordo com relatos de testemunhas e alunos que estavam no local, o ambiente foi subitamente tomado por um cheiro químico insuportável. Em poucos minutos, os presentes começaram a sentir sintomas graves, como queimação intensa nos olhos, nariz e pulmões, além de crises de vômito. Juliana chegou a ser socorrida e levada para um hospital em Santo André, mas, infelizmente, não resistiu às complicações de uma parada cardíaca decorrente da exposição às substâncias na água.

A conduta dos responsáveis pela academia após o ocorrido está sendo duramente questionada pelas autoridades. Segundo o delegado Alexandre Bento, do 42º DP, o estabelecimento foi fechado e abandonado pelos proprietários logo após o incidente, sem que qualquer comunicado fosse feito à polícia. Para que o Instituto de Criminalística e o Corpo de Bombeiros pudessem realizar a perícia técnica, foi necessário arrombar o imóvel. A principal linha de investigação aponta para um possível erro na dosagem de cloro ou o uso de produtos químicos não autorizados para a manutenção da piscina.

O caso foi registrado oficialmente como morte suspeita e perigo para a vida ou saúde de outrem. Enquanto a Vigilância Sanitária inspeciona as instalações, a Polícia Civil realiza diligências intensas para localizar os gerentes e donos da unidade. Este episódio trágico reforça a necessidade de fiscalização rigorosa em academias para garantir que momentos dedicados à saúde não terminem em fatalidades evitáveis.

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