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REVOLTA EM SP: 'Piscina da Morte' é pichada após matar professora de 27 anos em tragédia chocante!

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em fevereiro 10, 2026
REVOLTA EM SP: 'Piscina da Morte' é pichada após matar professora de 27 anos em tragédia chocante!
© TRIBUNA DO NORDESTE
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O clima é de pura revolta e indignação na zona leste de São Paulo! A fachada da academia C4 Gym, unidade São Lucas, amanheceu coberta de pichações explosivas após uma tragédia que chocou o país inteiro.

Mensagens como "Estamos de olho" e "A irresponsabilidade de alguns tira a vida de muitos" agora estampam os muros de um local que se transformou em um verdadeiro cenário de horror e negligência absoluta.

A jovem professora Juliana Faustino Bassetto, de apenas 27 anos, buscava saúde nas aulas de natação, mas acabou encontrando um destino cruel e evitável dentro da piscina da unidade.

O caso fica ainda mais assustador: além da morte de Juliana, outras três pessoas, incluindo um adolescente de 14 anos, foram internadas em estado gravíssimo após serem asfixiadas por gases tóxicos.

A revelação dos bastidores é de revirar o estômago! O responsável pela manutenção da piscina era, acreditem se quiser, um manobrista sem qualquer habilitação técnica para manusear produtos químicos perigosos.

Em um depoimento chocante, o funcionário confessou que apenas seguia ordens do dono da academia via mensagens de celular, despejando substâncias na água sem nenhum equipamento de proteção individual.

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A Prefeitura de São Paulo já interditou o local e confirmou o pior: a academia não possuía alvará de funcionamento e operava em condições precárias de segurança, ameaçando a vida de todos ao redor.

A polícia trabalha com a hipótese de que uma reação química fatal tenha liberado gases venenosos enquanto os alunos ainda estavam na água, impedindo que conseguissem respirar adequadamente.

Enquanto a diretoria da C4 Gym tenta se defender alegando que colabora com as investigações, a população clama por justiça imediata contra o que chamam de "piscina da morte".

O marido de Juliana continua lutando pela vida na UTI, e o rastro de dor deixado por essa suposta economia de custos em segurança é uma cicatriz que nunca vai fechar na comunidade de São Lucas.

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