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Professora é condenada a 10 anos de prisão por abuso sexual de adolescentes

G Pro Brasil - Repórter
Publicado em fevereiro 15, 2026
Professora é condenada a 10 anos de prisão por abuso sexual de adolescentes
© TRIBUNA DO NORDESTE
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A ex-professora Julie Rizzitello, de 37 anos, foi condenada a dez anos de prisão em regime fechado no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos. A sentença foi proferida após a confirmação de abusos sexuais cometidos contra dois adolescentes entre os anos de 2017 e 2018.

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O caso ganhou contornos ainda mais graves com a revelação de que a educadora engravidou de uma das vítimas. Durante a audiência de sentença, foi relatado que ela optou por realizar um aborto, o que gerou um impacto emocional profundo no jovem envolvido.

A juíza do condado de Monmouth, Jill Grace O’Malley, descreveu o cenário como uma devastação psicológica completa para o menor de idade. O adolescente teria sido aliciado durante todo o ensino médio por uma pessoa em quem depositava total confiança e afeto.

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Segundo os registros oficiais do tribunal, os crimes ocorreram em múltiplos locais, demonstrando a recorrência das condutas ilícitas de Rizzitello. Os abusos aconteceram na residência da professora, em estacionamentos e até na padaria de sua família, onde as vítimas trabalhavam.

A magistrada enfatizou que o impacto do crime atinge a saúde mental das vítimas de forma duradoura e traumática. O jovem abusado agora enfrenta dificuldades para processar a traição de sua mentora escolar e o luto pelo encerramento forçado da gravidez.

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A condenação de Julie Rizzitello serve como um lembrete rigoroso sobre a responsabilidade ética de profissionais da educação. A justiça americana buscou, com essa pena exemplar, oferecer uma resposta à quebra de confiança institucional e ao sofrimento causado às famílias das vítimas.

O portal Jersey Shore Online informou que a defesa tentou atenuar a sentença, mas as evidências do dano causado foram determinantes para o veredito. Agora, a ex-professora iniciará o cumprimento de sua pena enquanto os jovens buscam reabilitação psicológica após os traumas sofridos.

Especialistas em proteção à infância ressaltam que casos como este reforçam a necessidade de canais de denúncia eficientes dentro das escolas. A vigilância constante de pais e responsáveis é fundamental para identificar sinais de comportamento abusivo por parte de figuras de autoridade.


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