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Padrasto é procurado por torturar enteado com fio de energia no Tocantins

G Pro Brasil - Repórter da Tribuna do Nordeste
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Padrasto é procurado por torturar enteado com fio de energia no Tocantins
© TRIBUNA DO NORDESTE
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A Polícia Civil do Tocantins (PCTO) está em busca de Warley Alves Hermógenes, de 21 anos, apontado como autor de um crime bárbaro. O jovem é suspeito de praticar tortura contra o enteado no município de Lavandeira, no sudeste do estado. A ação policial busca dar cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

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Conforme os levantamentos realizados pela equipe de investigação, o episódio violento aconteceu no dia 19 de dezembro de 2025. Naquele momento, Warley estava encarregado dos cuidados da criança. Ele teria utilizado um fio de energia elétrica para desferir diversos golpes, resultando em ferimentos graves por todo o corpo da vítima.

Logo após as agressões, a criança foi socorrida e encaminhada para atendimento médico, onde as marcas da violência foram devidamente registradas. Assim que o caso chegou ao conhecimento das autoridades, o suspeito abandonou a residência e fugiu da cidade. A fuga imediata dificultou a sua localização inicial pelos agentes da 106ª Delegacia de Polícia.

A investigação foi conduzida com rigor pela Delegacia de Aurora do Tocantins, que reuniu elementos de prova suficientes para o indiciamento. Com base na gravidade dos fatos, foram solicitadas medidas protetivas amparadas pela Lei Henry Borel. O Poder Judiciário, por meio da Comarca de Taguatinga, prontamente atendeu ao pedido de prisão preventiva.

O delegado responsável pelo caso, Lucas Rodrigues, reforçou que a Polícia Civil não interrompeu as buscas desde a comunicação do crime. Ele salientou que a colaboração da comunidade é um pilar fundamental para que o investigado seja localizado. O objetivo é garantir que a justiça seja feita e a segurança da vítima seja preservada.

Para auxiliar na localização de Warley Hermógenes, a população pode utilizar canais de denúncia anônima de forma segura. As informações podem ser enviadas pelo WhatsApp (63) 9 9302-5430 ou através do Disque-Denúncia, no número 197. A polícia assegura que o sigilo é garantido e a identidade do informante será preservada em todas as etapas.

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