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SORRISO DA IMPUNIDADE: Agressor de secretária é solto e posa para foto após tentar matar ex no Piauí

Uma imagem revoltante circula nas redes sociais e escancara a sensação de impunidade no Piauí. Bruno Lima , acusado de invadir ...

Por: G Pro Brasil
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SORRISO DA IMPUNIDADE: Agressor de secretária é solto e posa para foto após tentar matar ex no Piauí

Uma imagem revoltante circula nas redes sociais e escancara a sensação de impunidade no Piauí. Bruno Lima, acusado de invadir a casa da ex-companheira, a secretária de Saúde Rosemeiry Nunes, e espancá-la brutalmente, foi solto na noite desta segunda-feira (12) e comemorou de forma macabra: posando sorridente para uma foto na porta da penitenciária.

Noite de Terror e Sangue

O crime, ocorrido na virada do ano em Francisco Ayres, chocou a região pela violência extrema. Bruno não aceitou o fim do relacionamento e transformou a casa da vítima em um cenário de guerra. Ele pulou o muro, estilhaçou a janela para invadir o local e iniciou uma sequência de socos, chutes e ameaças de morte contra Rosemeiry e seu atual companheiro.

A barbárie só teve fim por um acaso do destino: o agressor rompeu uma artéria ao quebrar o vidro da janela e precisou ser hospitalizado às pressas. O advogado da vítima alerta que o caso trata-se de uma clara tentativa de feminicídio.

Deboche da Justiça?

Após receber alta e ser preso preventivamente no sábado (10), Bruno passou pouco mais de 48 horas atrás das grades. Um habeas corpus garantiu sua liberdade provisória. A foto divulgada, onde ele aparece sorrindo ao lado de advogados segurando o alvará de soltura, foi recebida como um tapa na cara da sociedade e, principalmente, da vítima.

“Agora eu que estou presa”

Enquanto o suspeito sorri em liberdade, Rosemeiry vive o terror do trauma. A secretária, que já havia denunciado falhas no atendimento inicial da polícia — incluindo a falta de uma policial mulher e a minimização das agressões —, agora se vê encurralada.

“Agora eu que estou presa no medo, na angústia e na ansiedade. Poderia estar no caixão”, desabafou a vítima, indignada com a decisão judicial. O caso segue sob investigação, mas a pergunta que fica no ar é: até quando o sorriso do agressor valerá mais que a segurança da vítima?

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