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PM é executado após levar tapa na cara em fila de Beach Club de luxo

G Pro Brasil - Repórter da Tribuna do Nordeste
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PM é executado após levar tapa na cara em fila de Beach Club de luxo
© TRIBUNA DO NORDESTE
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PM é executado após levar tapa na cara em fila de Beach Club de luxo

Um domingo de lazer se transformou em uma cena de filme de terror na Praia do Futuro, em Fortaleza. O soldado da Polícia Militar, Paulo Henrique de Lima Silva, de 37 anos, foi brutalmente assassinado a tiros após uma confusão na entrada do famoso Sunrise Beach Club. O caso ganha contornos ainda mais escandalosos com a revelação de que os principais suspeitos do crime também são policiais militares.

O Estopim: Tapa na Cara Gravado em Vídeo

Imagens de segurança que já viralizaram nas redes sociais mostram os momentos de tensão que antecederam a morte. No vídeo, o soldado Paulo Henrique aparece na fila conversando, quando se dirige a um homem de camiseta preta. A resposta foi imediata e humilhante: um tapa estalado no rosto do PM.

A confusão se instaurou instantaneamente. Um terceiro homem tenta afastar a vítima, e amigos tentam intervir, mas a violência escalou para uma tragédia fatal fora do alcance das câmeras, onde os disparos ecoaram, tirando a vida do agente e ferindo outras duas pessoas.

Suspeitos na Mira: Policiais contra Policial?

O que choca ainda mais a opinião pública é a reviravolta na investigação. Dois policiais militares, que também estavam de folga curtindo o local, foram identificados como suspeitos de envolvimento no crime. Eles se apresentaram à polícia, tiveram suas armas apreendidas, mas, incrivelmente, não foram presos em flagrante.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) agora corre contra o tempo para desvendar se o tiro fatal veio do chamado "fogo amigo".

Luto e Revolta

Enquanto as investigações tentam montar o quebra-cabeça, a família e a corporação choram a perda. "Nosso irmão Sd P. Silva sempre será lembrado... Nunca mediu esforços para ajudar o próximo", desabafou o sargento Diego, amigo da vítima.

O estabelecimento Sunrise Beach Club lavou as mãos, afirmando em nota que a barbárie ocorreu na fila externa e que "nenhuma pessoa armada entrou no local". O corpo do soldado foi sepultado sob forte comoção nesta segunda-feira, deixando um rastro de sangue e perguntas sem resposta na capital cearense.

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